terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Tudo que é, é no presente.

O passado já foi,  não mais é. E o futuro será, ainda não foi.
Então o passado e o futuro foram pro saco.

A fidelidade é um elo sobre o que vivemos e estamos vivendo.
Uma ação presente que tem fundamento no passado.
É um presentificação do passado.

Portanto,  o passado e o futuro não foram pro saco.
Eles encontram razão na fidelidade.
Razão de ser e continuar sendo.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Eu só posso conhecer as coisas como ela são conhecendo a finalidade porque foram feitas.
Partindo desse pensamento aristotélico, a traquéia é como é porque nela há o formato e textura mucosa ideal para ser transportador do ar aos brônquios.
Essa é sua identidade. É para isso que foi criada.

Então,  a pergunta: Por que sendo o que sou não me sinto ideal?
Resposta: Porque não está na finalidade para qual foi criado.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Primeiro eu sou, depois eu julgo o que eu possa vir a ser.

Um porteiro usa o dinheiro de todo o seu fundo de garantia em uma viagem ao Japão.  Foi ver o seu time,  foi ver o corinthias jogar. Vê-lo vencer.

A principio, uma insanidade. Não seria mais viável comprar um pequeno imóvel e aluga-lo? Ou deixa-lo valorizar e vendê-lo por mais?

Refletindo direito, o meu pensamento que era insano; e o dele interessante.

Esse foi o grande ato épico da sua vida.
Num corpo idoso,  uma memória de virilidade.  Isso faz bem à alma.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Há um estado que os marinheiros chamam de "mar calmo",
é quando as ondas nem vêm, nem vão.

Todo marinheiro precisa do seu mar calmo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A natureza é um poema
que o Céu escreve à terra

E nós a transformamos em papéis
para escrever todo nosso vazio.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Ajude

O banquete só tem sentido para o faminto. 
Ou aquele que um dia passou fome.

Assim é a valorização atribuida pelo homem. 
A saúde é comemorada pelo enfermo. Não é mesmo? 
Mas só porque, um dia, ele sentiu o poder da sua falta.
Se reunir para agradecer a riqueza? Sim, é claro! 
Mas só faz isso aquele que veio da pobreza. Seja lá a pobreza que for.
Relacionamento mal sucedidos, família distante, dinheiro escasso, amigo separado. 
Repito: Seja lá a pobreza que for. O que já fora rico, não agradece pela riqueza.
Isso me preocupa. 
A necessidade da ausência, para o valor da conquista. 

Uma dica? Valorize a dor do outro. Ou será preciso vive-la também.
Há muitas formas de crescer. E seja qual for o caminho que você escolher, lembre-se: Ajude. Ajude o outro, ajude a senhora, ajude a você mesmo. A gentileza é a delicadeza dos homens felizes.